sexta-feira, setembro 09, 2011

Alunos de Jornalismo visitam Câmara de Tubarão


Conhecer o mundo da política e vivenciar as rotinas do poder legislativo faz parte do aprendizado do jornalista, assim como de toda pessoa no exercício da cidadania. Estes são alguns dos motivos que levaram os alunos de Jornalismo da Unisul à Câmara de Vereadores de Tubarão. Os acadêmicos da sexta fase assistiram à sessão qu
e votou, entre outros, o projeto do Plano de Carreira dos Servidores Municipais, na segunda-feira, 5/9.
Um outro objetivo da visita é produzir uma reportagem da área política para a disciplina Narrativas Jornalísticas, ministrada pela professora Darlete Cardoso. “Para escrever sobre política o jornalista deve saber tudo sobre a área, deve vivenciá-la. Por isso a ideia da visita que simula uma cobertura jornalística da sessão da Câmara”, explica a professora. No entanto, Darlete acrescenta que os alunos não apenas fizeram um exercício para a disciplina, mas levam um aprendizado para a vida pela participação social como cidadãos.

Para muitos, aquela foi a primeira vez que assistiram a uma sessão do poder legislativo municipal. “Tinha vontade de conhecer a Câmara e essa foi uma ótima oportunidade. Acredito que, além de contribuir para o nosso conhecimento na área política, também contribui como cidadãos”, comenta a aluna do curso de Comunicação Social, Keilla Brasil.

Após a sessão, o presidente da Câmara João Batista de Andrade e os vereadores Deka May e Caio Tokarski conversaram com os acadêmicos para esclarecer dúvidas. O presidente João Batista acredita que a visita é importante. “O trabalho dos comunicadores interfere diretamente no nosso trabalho legislativo. Acredito que essa integração com os acadêmicos é de grande valia para nós vereadores”, comenta.

A acadêmica Jéssica Nazário direcionou algumas perguntas aos vereadores. “É importante para nossa profissão sabermos o que está acontecendo nos municípios da região. Além disso, todos os cidadãos devem cobrar de seus vereadores. Afinal, somos nós quem votamos, temos esse direito”, afirma.

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